quinta-feira, 22 de março de 2007

Manchester




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Cardiff e a magnífica Pontypridd





Está melhor assim, Gonçalinho?

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American Tour - Nova Iorque - Central Park

 
 
 
 

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American Tour - Nova Iorque

 

 

 

 
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American Tour - Berkeley

 
 
 
 

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American Tour - Yosemite

 
 
 
 

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Primeiro Esboço

sábado, 24 de fevereiro de 2007

O mundo como eu o vejo!

Apesar de o ser desde que nasci, só soube por certo que era daltónico numa aula de Bilogia Humana (Já passaram assim tantos anos? 1998!!!). Nessa aula fizemos uns testes com as bolinhas de cores em que era suposto ver uns números. Se eu fosse normal, claro!

Suponho que de alguma maneira, já suspeitava de alguma coisa. Quando era pequeno dizia coisas do género: 'Olha aquela bola castanha!' e ficavam espantados a olhar para mim ('Queres dizer verde escura?'). E eu, pois, pois! Verde! A minha mãe e a minha irmã, achavam que eu não conhecia bem as cores. Pelos vistos continuo a não as conhecer. Pelo menos, da maneira que a maioria das pessoas conhece!

No secundário detestava as aulas em que tinha de ver coisas ao microscópio, porque não distinguia as estruturas coradas de verde das coradas de vermelho! Mas mesmo aí, nem sequer pensei que podia ser daltónico. Culpava a luz do microscópio, ou a qualidade das preparações.

Quando as pessoas sabem que eu sou daltónico têm muita curiosidade em saber como é que eu vejo o mundo. Gostava de ter uma resposta poética e esotérica para dar, mas a verdade é que para mim, vejo o mundo normalmente. Não tenho meio de comparação possível! Só me vejo confrontado com este 'defeito' quando jogo alguns jogos de computador em que se tem de alinhar três peças da mesma cor. O que é uma inconveniência um bocado pequena, não acham?

Abaixo, vão alguns sites que explicam, melhor do que eu, como é que os daltónicos vêem as cores, e até tem alguns testes. Pode ser que mais alguém que leia isto seja daltónico e não saiba! Por exemplo, nesta figura eu vejo um 2 e pessoas com visão normal vêem um 5.

http://jfly.iam.u-tokyo.ac.jp/color/index.html
http://www.toledo-bend.com/colorblind/Ishihara.html
http://www.visualmill.com/

Este post também se podia chamar 'Eu faço parte de uma minoria genética: parte I' ou 'Os defeitos que não posso mudar: parte I).

segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

Pablo Neruda


Algún día en cualquier parte, en cualquier lugar indefectiblemente te encontrarás a ti mismo, y ésa, sólo ésa, puede ser la más feliz o la más amarga de tus horas.

Pablo Neruda (12 July 1904 – 23 September 1973)

Um dia depois da morte de um dos mais sanguinários ditadores da história, faz sentido relembrar o poeta e diplomata chileno, apoiante de Salvador Allende e Prémio Nobel da Literatura em 1971, cujo funeral foi um dos primeiros actos de protesto do povo chileno contra mais uma ditadura militar na América do Sul...
Foi há 23anos...

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006

O futuro

Vi há alguns anos na televisão a dizer que já estavam a desenvolver isto, mas nunca pensei que estivesse cá fora em tão pouco tempo. Parece ficção científica, mas já é possível ler livros electrónicos em leitores tão finos e quase tão flexíveis como papel. Consegue-se ler mesmo se o sol estiver a bater directamente. E sem reflectir luz não cansa tanto os olhos. Será o fim dos calhamaços?
Já sei o que pedir ao pai Natal. Mas a quase 400€ um brinquedo destes, vou continuar para já a comprar os de papel.