quarta-feira, 23 de maio de 2007

Filho de tubarão sabe nadar, mesmo só com metade dos genes.

Shark pup result of 'virgin birth', diz a revista NewScientist.
Segundo o artigo, os mamíferos são agora o único grupo de seres vivos em que não existe reprodução assexuada. Com excepção de um caso não confirmado há cerca de 2000 anos...

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Do lar para casa

Depois de um mês em Portugal, volto a entrar no eixo. Volto tendo a impressão que nada disto se passou. Uma sensação estranha! Uma espécie de mundo de fantasia onde tudo mudou, mas tá tudo na mesma. Como se alguém decidisse escrever um livro inteiro com as letras viradas do avesso, mas que estranhamente ainda conseguísse ler perfeitamente.
Sentia falta dos almoços em conjunto, do ambiente descontraído, da ciência entusiasmada. Dispensava a falta de material de laboratório, a ausência de interacção com as patentes mais elevadas e o cheiro a fertilizante natural dos campos vizinhos!
Os resultados que não surgiram no laboratório são de pouca consequência. A culpa é das batatas!

Depois da injustiça da meteorologia trocada, volto para a temporada das esplanadas, das flores, das pessoas na rua. Pode ser que tenha sorte...

quinta-feira, 22 de março de 2007

Manchester




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Cardiff e a magnífica Pontypridd





Está melhor assim, Gonçalinho?

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American Tour - Nova Iorque - Central Park

 
 
 
 

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American Tour - Nova Iorque

 

 

 

 
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American Tour - Berkeley

 
 
 
 

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American Tour - Yosemite

 
 
 
 

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Primeiro Esboço

sábado, 24 de fevereiro de 2007

O mundo como eu o vejo!

Apesar de o ser desde que nasci, só soube por certo que era daltónico numa aula de Bilogia Humana (Já passaram assim tantos anos? 1998!!!). Nessa aula fizemos uns testes com as bolinhas de cores em que era suposto ver uns números. Se eu fosse normal, claro!

Suponho que de alguma maneira, já suspeitava de alguma coisa. Quando era pequeno dizia coisas do género: 'Olha aquela bola castanha!' e ficavam espantados a olhar para mim ('Queres dizer verde escura?'). E eu, pois, pois! Verde! A minha mãe e a minha irmã, achavam que eu não conhecia bem as cores. Pelos vistos continuo a não as conhecer. Pelo menos, da maneira que a maioria das pessoas conhece!

No secundário detestava as aulas em que tinha de ver coisas ao microscópio, porque não distinguia as estruturas coradas de verde das coradas de vermelho! Mas mesmo aí, nem sequer pensei que podia ser daltónico. Culpava a luz do microscópio, ou a qualidade das preparações.

Quando as pessoas sabem que eu sou daltónico têm muita curiosidade em saber como é que eu vejo o mundo. Gostava de ter uma resposta poética e esotérica para dar, mas a verdade é que para mim, vejo o mundo normalmente. Não tenho meio de comparação possível! Só me vejo confrontado com este 'defeito' quando jogo alguns jogos de computador em que se tem de alinhar três peças da mesma cor. O que é uma inconveniência um bocado pequena, não acham?

Abaixo, vão alguns sites que explicam, melhor do que eu, como é que os daltónicos vêem as cores, e até tem alguns testes. Pode ser que mais alguém que leia isto seja daltónico e não saiba! Por exemplo, nesta figura eu vejo um 2 e pessoas com visão normal vêem um 5.

http://jfly.iam.u-tokyo.ac.jp/color/index.html
http://www.toledo-bend.com/colorblind/Ishihara.html
http://www.visualmill.com/

Este post também se podia chamar 'Eu faço parte de uma minoria genética: parte I' ou 'Os defeitos que não posso mudar: parte I).